
Pe. José Figueiredo do Vale Novais
09.08.1929 - 01.03.2026
Eram oito horas da manhã quando o telefone tocou. O tom de voz, vindo da Alsácia francesa, era claro e anunciava o pior: «o meu pai morreu esta madrugada às 5.00», dizia-me um dos filhos do «nosso» diácono Júlio.
Tinha sido hospitalizado.
A Bina, sua esposa, chorosa ao telefone dizia-me que ele tinha manifestado vontade de ser sepultado em Barcelos, a sua querida terra, aonde voltava sempre com imenso orgulho e se relacionava facilmente com todos.
Quem não se lembra dos seus «saltos» alegres na noite de Páscoa a gritar com
todas as forças a ressurreição de Cristo? E a alegria que transmitia ao
presidir, ano a ano, ao Compasso pascal, entrando com todo o seu àvontade nas
casas dos barcelenses, que bem conhecia e estimava?
Fica-nos a dor da sua partida. Mas fica-nos sobretudo a memória de um homem servidor (diácono) do EVANGELHO da alegria.
Ao Júlio dizemos um «até logo», na certeza da mesma fé que o animou ao longo da sua existência de que o nosso fim terreno coincide com o nosso princípio de vida em plenitude nos braços de Deus Pai misericordioso. Ele deu já o maior «salto» de alegria porque crente na Ressurreição de Jesus. O «salto» de um homem de baixa estatura, aquele que nós presenciávamos, tornou-se agora o salto de um gigante, ao passar do terreno ao celestial.
À Bina, sua esposa, aos filhos e netos e restantes familiares, a certeza da nossa presença espiritual comungando da dor da sua partida.
Aguardamos, e disso daremos informação, comunicação das exéquias a celebrar na Igreja Matriz, após aquelas que, certamente, acontecerão na diocese de Mulhouse (França) em cujo presbitério estava incardinado como diácono permanente.

09.08.1929 - 01.03.2026

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